A Secretaria de Saúde de Ilhéus investiga 3 casos suspeitos
de microcefalia na cidade. O novo boletim divulgado aponta também que 270 casos já estão em investigação para
microcefalia em outras cidades da Bahia, sendo que 6 com possível relação ao vírus Zika.
“O aumento dos casos suspeitos notificados nesta última semana foi inferior."
No total, foram notificados 68 óbitos por malformação congênita após o
parto (natimorto) ou durante a gestação (abortamento espontâneo) no país.
Destes, 12 foram confirmados para a relação com infecção congênita,
todos na região Nordeste, sendo 10 no Rio Grande do Norte, um no Ceará e
um no Piauí. Continuam em investigação 51 mortes e outras cinco já
foram descartadas.
Cabe esclarecer que o Ministério da Saúde está investigando todos os
casos de microcefalia ou malformações informados pelos estados, e a
possível relação com o vírus Zika e outras infecções congênitas. A
microcefalia pode ter como causa diversos agentes infecciosos além do
Zika, como Sífilis, Toxoplasmose, Outros Agentes Infecciosos, Rubéola,
Citomegalovírus e Herpes Viral.
De acordo o informe, os 4.180 casos noticiados, desde o início das
investigações no dia 22 de outubro do ano passado – foram registrados em
830 municípios de 24 unidades da federação. A região Nordeste concentra
86% dos casos notificados, sendo que Pernambuco continua com o maior
número de casos que permanecem em investigação (1.125), seguido dos
estados da Paraíba (497), Bahia (471), Ceará (218), Sergipe (172),
Alagoas (158), Rio Grande do Norte (133), Rio de Janeiro (122) e
Maranhão (119).

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